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A Eletrobras está pedalando o PCR e deu ordem para não distribuir mérito nas empresas do Grupo Eletrobras. Isso é injusto com quem trabalhou duro o ano inteiro, foi bem avaliado e não terá o mínimo reconhecimento.

Conjuntura econômica é desculpa furada! Várias empresas deram lucro e estão lucrando neste ano. Já não basta o que fizeram na PLR.

Será que vamos aceitar isso sem reação? Onde estão os sindicatos?
Inaceitável!

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Hoje vamos votar não!

Porque não existe controvérsia, e sim PEDALADA!

Vamos votar não ao fato de Furnas dar 1,4bi de lucro e distribuir 300mi de dividendos tendo só 0,8 fls de operacional a receber. Não somos idiotas!

Se não vamos receber pela lucratividade, a Eletrobras também não tem que receber os nossos dividendos! Vamos investir estes 300 milhões nas nossas usinas e linhas de transmissão.

Vamos votar não a este presidente da Eletrobras que chama os trabalhadores de vagabundos e faz das tripas coração para nos dar aos chineses.

Vamos votar não porque não aceitaremos parcela “cala a boca” que poderá acabar em breve com a nossa PLR.

Hoje, 25/07/2018, Furnas vota NÃO em:

Campinas
Brasília
Foz do Iguaçu
Ivaiporã
Marimbondo
Serra da Mesa
Manso
Gurupi
Angra
Campos
Tijuco Preto
Mogi
Ibiuna
Itabera
Itapeva
E todas as demais bases que vão deliberar rejeitando durante o dia!

Não podemos ser massa de manobra!

Fonte: redes sociais.

1 – Em 2015 quando fechamos um acordo no TST, ficou definido que faríamos uma comissão entre empresa e sindicatos para não haver confusão na definição da PLR. A Eletrobras ignorou a existência desta comissão.

2 – Já em 2016, referente à PLR de 2015, a Eletrobras definiu que não pagaria a parcela de EBTIDA das empresas controladas que não tivessem distribuído dividendos. Isto não está em nenhuma linha da Ata do TST e gerou a famosa parcela controversa. Seria importante questionar nas assembleias como estão estas ações judiciais de parcela controversa em cada sindicato.

3 – Neste ano novamente o EBTIDA foi ponto de discussão. A Eletrobras não considerou as indenizações do RBSE das empresas de Transmissão para apurar PLR, mas considerou os valores para distribuir dividendos a ela (Eletrobras). O risco de aceitar algo assim sem ampliar a discussão é ficar sem as indenizações do RBSE no EBTIDA da PLR nos próximos 7 anos. No médio prazo isso pode acabar com a PLR.

4 – Se a Eletrobras não quer considerar as indenizações do RBSE para PLR, então não conte com os dividendos de Eletronorte, CHESF, Furnas e Eletrosul. Não podemos ter duas medidas neste caso.

5 – A grande verdade é que não tivemos negociação, nem clareza nos dados. Temos uma proposta afobada de adiantamento de uma parcelinha para lá de controversa que soa como um “cala a boca’. Mas o que se faz necessário é discutir por que a Eletrobras extinguiu a Comissão, por que a Eletrobras usa critérios unilaterais para definir a meta ebtida e as metas do CMDE e por que a Eletrobras considera seus dividendos mais importantes do que a PLR dos empregados.

6 – A proposta da Eletrobras em pedir quitação total das parcelas com receio de ação judicial denota total insegurança jurídica da empresa na condução do processo. O mais correto seria que a Eletrobras desse maiores explicações sobre tantas dúvidas. A negociação é entre partes e a empresa não é soberana, deve explicações por tantas quebras.

7 – Com tantas confusões e indefinições, podemos estar aos poucos abrindo mão da nossa PLR como fizemos com o Abono no ACT. O abono era em dinheiro. Passou a ser em 4 tickets, depois 3, depois 2, depois 1 e mais 1 que nunca veio e agora nenhum. E com a PLR, vamos fazer exatamente o mesmo?

8 – Com todos estes dados, você até pode votar favorável a esta proposta que soa como um “cala a boca”, mas não poderá dizer no futuro que não teve o alerta das possíveis consequências disso.

Leia e releia antes de votar.

Repasse para os seus contatos.

Fonte: redes sociais.

Quem paga a conta da PLR?

Posted: July 23, 2018 in Uncategorized

Fonte: redes sociais.

Com a notícia de que a União vai absorver os prejuízos das distribuidoras durante um grande período, temos que ter muito cuidado com as deliberações. Pois o balanço da Eletrobras pode ser revisto, gerando um aumento na PLR dos trabalhadores em quase todas as empresas.

Se não fizermos nenhuma discussão a esse respeito, podemos estar abrindo mão mais uma vez de nossos direitos. Criando um perigoso histórico que poderá servir de base para as negociações futuras das regras da PLR.

Está tudo muito confuso e a empresa que não é boba, quer fugir da justiça e dar quitação total, nos impedindo de ir ao TST.

Se não formos sensatos rejeitando esta proposta e consultando o TST, a PLR deixa de EXISTIR em poucos anos.

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Fonte: redes sociais.